A perda de massa muscular durante o tratamento do câncer de mama atinge cerca de um terço das pacientes e pode comprometer a força, a tolerância às terapias e a capacidade funcional do organismo.
Durante a jornada contra o câncer de mama, a atenção costuma se voltar para os efeitos colaterais imediatos e o controle do peso. Contudo, a redução da massa e da função muscular representa um fator determinante na recuperação. Perder peso no processo nem sempre significa eliminar apenas gordura, pois parte substancial dessa redução pode vir dos tecidos musculares sem que a balança evidencie a mudança.
Dados compilados em 2024 por uma revisão sistemática com quase 10 mil pacientes apontaram que a prevalência média de sarcopenia chega a 32,5% em mulheres com estágios I a III da doença. O estudo associou a baixa massa muscular a uma maior ocorrência de toxicidades pela quimioterapia, necessidade de redução ou atraso em doses e até interrupção das terapias em determinados casos.
Em oncologia, olhar somente para o peso pode esconder mudanças importantes na composição corporal. Duas pessoas podem pesar o mesmo, mas ter quantidades muito diferentes de músculo e gordura.

O impacto da composição corporal na recuperação
A alteração no apetite, as náuseas, a inflamação e a redução da atividade física dificultam a manutenção do tecido muscular durante o tratamento. Conforme alerta a médica nutróloga Dra. Ana Luísa Vilela, cofundadora da Salty Way, a preocupação vai além da estética, afetando diretamente a mobilidade, a força e a capacidade de realizar atividades cotidianas.
Diretrizes da European Society for Clinical Nutrition and Metabolism (ESPEN) recomendam avaliações regulares para identificar riscos de desnutrição e perda muscular. A entidade ressalta que a ingestão inadequada de alimentos e as alterações metabólicas provocadas pela própria enfermidade favorecem a fragilidade do organismo.
Estratégias nutricionais e movimento
A proteína desempenha papel estratégico ao fornecer aminoácidos necessários para a manutenção e a recuperação dos tecidos. Durante o tratamento oncológico, no entanto, a quantidade adequada deve ser definida individualmente, considerando sintomas, função renal e as condições clínicas acompanhadas pela equipe de saúde.
Estudos revisados em 2026 apontam para uma abordagem multimodal que combina suporte nutricional, otimização proteica e exercícios de resistência como um caminho em investigação para preservar a massa magra. A avaliação da composição corporal pode envolver testes funcionais, medidas antropométricas e exames de imagem.
Diante desse cenário, a suplementação proteica culinária surge como alternativa para incorporar nutrientes às refeições diárias sem alterar o sabor dos alimentos. Desenvolvida pela Dra. Ana Luísa Vilela em parceria com a administradora Flavia Galleazzi e a empreendedora Luiza Galleazzi, a proposta da marca brasileira Salty Way oferece uma proteína salgada formulada para enriquecer pratos cotidianos.
Serviço
- Site Oficial: https://www.saltywayproteina.com.br/
- Instagram da Marca: @saltywayproteina
